Morar fora do país pode ser uma oportunidade para explorar novos aspectos de si mesmo, desafiar crenças e valores arraigados…
Alienação Parental e seus impactos no psicológico:
Um dos temas mais complexos e delicados do direito de família, é a alienação parental que consiste na prática de atos que visam interferir na formação psicológica da criança e adolescente. Um dos pais ou qualquer adulto que tenha a criança ou o adolescente sob sua guarda, vigilância ou autoridade induz esta criança ou adolescente de modo a prejudicar a relação dela com o seu genitor.
Como a convivência familiar saudável é considerada um direito fundamental, tal comportamento, além de ferir gravemente o psicológico e o desenvolvimento dessas crianças e adolescentes, fere um direito constitucionalmente previsto, prejudicando também a relação de afeto nas relações familiares e constitui abuso moral.
Antes de adentrar ao Judiciário, pode-se utilizar o instituto da mediação para a solução deste conflito, com o intuito de evitar a alienação, mas a depender da gravidade do caso, o Poder Judiciário deve ser acionado, havendo até mesma uma Lei própria que cuida do assunto.
Do ponto de vista psicológico a alienação parental pode provocar traumas e marcas irreversíveis para a criança que é a maior vítima. Além de causar uma dificuldade no vínculo futuro com o pai/mãe alienado.
A Síndrome de Alienação Parental exige uma abordagem terapêutica específica para cada uma das pessoas envolvidas, havendo a necessidade de atendimento da criança, do alienado e do alienador. Ademais, por todas as dificuldades que engendra, é importante que a Síndrome de Alienação Parental seja detectada o quanto antes, pois quanto mais cedo ocorrer à intervenção psicológica e jurídica menores será os prejuízos causados e melhor o prognóstico de tratamento para todos. (TRINDADE, 2010, p.104).
Fonte: https://fapan.edu.br/wp-content/…/sites/14/2018/04/ed3/4.pdf
